quarta-feira, 16 de novembro de 2011

JIA e TAE...


Capa definitiva JIA 14, 2011
A partir de 2012 tanto o JIA como os TAE vão ser produzidos em pdf, e não em suporte papel, podendo cada autor desde já propor desde já artigos para publicação. Cada número terá apenas 104 pp.

É a nossa maneira de sobreviver dando continuidade a um trabalho de muitos anos.
É possível a produção e envio pela litografia de um CD com todo o conteúdo de cada revista anual aos interessados, a um preço muitíssimo acessível, a partir de 2012.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Novo suporte dos TAE a partir de 2012 inclusive




Os TAE (Trabalhos de Antropologia e Etnologia), a partir de 2012 inclusive (vol. 52), passarão a ser publicados apenas de forma electrónica.

Recebem propostas de artigos inéditos e de qualidade, quer analíticos, quer de carácter mais problematizante, sempre interdisciplinares de preferência, em qualquer momento do ano. Os artigos aceites para publicação que não forem publicados em 2012 sê-lo-ão no número do ano seguinte.
Cada número terá à volta de 104 páginas como máximo.

Por isso, se tem um bom artigo para publicar, contacte-nos desde já...








Newsletter do Museu de Etnografia de Neuchâtel

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Novo volume dos TAE







A ser lançado na FLUP, dia 23 de Novembro de 2011, sala de reuniões, às 18 horas em ponto, na anunciada conferência do Prof. Bernard Stiegler!


A sua presença é importante, a apoiar-nos. E cremos que é útil para si!




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Trabalhos de Antropologia e Etnologia


Revista Trabalhos de Antropologia e Etnologia (TAE)
vol. 51, 2011

os TAE 51, de 2011, serão lançados brevemente no momento da anunciada conferência do Prof. Bernard Stiegler, na FLUP, dia 23 de Novembro de 2011, às 18 horas em ponto, na sala de reuniões.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Prof. Bernard Stiegler na FLUP

TENHO A HONRA DE ANUNCIAR A PRESENÇA, NA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO, NO PRÓXIMO DIA 23 DE NOVEMBRO DE 2011, PELAS 18 HORAS, SALA DE REUNIÕES (2º ANDAR), ENTRADA LIVRE, DO PROF. BERNARD STIEGLER, UM DOS MAIORES PENSADORES CONTEMPORÂNEOS, QUE IRÁ FALAR SOBRE:

Les deux malentendus de la pensée post-structuraliste
A propos des concepts de prolétariat
et de pulsion dans la pensée française

OS DOIS EQUÍVOCOS DO PENSAMENTO PÓS-ESTRUTURALISTA. A PROPÓSITO DOS CONCEITOS DE PROLETARIADO E DE PULSÃO NO PENSAMENTO FRANCÊS

Um acontecimento na UP com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia


voj

domingo, 16 de outubro de 2011

TAE 2011, vol. 51 (no prelo)

PREÂMBULO

Quando falamos de ciência, assim só, pensamos logo nas "ciências duras" ou "exactas". Lamento estas compartimentações do saber especializado que herdámos e que se perpectuam. Em relação àquelas ciências, o meu único sentimento é de ignorância e de curiosidade. Mas uma curiosidade intimidada, ou dupla ignorância: é que até ignoro o que ignoro e logo antevejo o esforço imenso de, agora, sair dessa ignorância. Não porque deseje abarcar o todo, ou reduzir tudo à unidade: isso não faz obviamente sentido.

Dito isto, e pensando em muitos campos de conhecimento que não tenho, que não domino, como autênticas "florestas" onde precisaria de guia, de um guia permanente, e de um tempo de que já não disponho (estando assim amputado na minha experiência de forma radical), gostaria apenas de exarar o óbvio: qualquer campo de conhecimento é uma invenção do homem. Como tal, um produto histórico e contingente. Há portanto que evitar a pública e ingénua incensão da "ciência" como religião.

Porque vivemos milénios debaixo das religiões (que não eram opções, é nesse sentido que falo) e depois conseguimos construir a racionalidade científica, e porque as religiões nos oprimiram e em nome delas se liquidaram e liquidam milhões de seres humanos, e porque as ciências nos aumentam conforto e desenvolvem conhecimentos fascinantes e tecnologias muito úteis (na verdade, criando novos mundos, acrescentando realidade), há uma certa tendência popular e também tecnocrática a divinizar a ciência, o que é uma perversão. A ciência é maravilhosa sem precisar de ser religião.

Assim sendo, e assumindo a pequenez do meu ponto de vista (a de um arqueólogo que mesmo de arqueologia pouco sabe... mas o que seria saber muito? o saber das enciclopédias não interessa como fim em si) sobre o mundo, coloco-me do ponto de vista de quem conhece, de quem fabrica o conhecimento. E esse é o ser humano. A minha área prioritária é assim entender o processo de conhecimento por parte do ser humano, a verdade a que este aspira, e não a Verdade em si, a que aspiram as religiões.

A racionalidade, ligada à ideia de objectividade (distância entre um sujeito observador e um objecto observado, a partir de um conjunto de regras mutáveis mas em cada momento sancionadas por uma comunidade científica) é assim uma criação humana, e como tal põe-se-me (a mim, falo só de mim, mas julgo que muitos leitores dos TAE se identificarão com isto) como prioridade perceber o que permitiu a eclosão da ideia de ser humano (o "homem"), a ideia de natureza, a ideia de universo, a ideia de mundo observável, de experiência, etc. Ou seja, preciso de perceber que fenómeno é este, tão contingente, da própria crença em que assenta a objectividade.

A ideia de objectividade é um produto histórico, como qualquer outro conceito ou paradigma, ou ontologia. Não é uma realidade intemporal, não se pode ver como "o olhar de Deus". Deus é a nossa ilusão fundamental, de que temos de nos descartar porque é um écrã que tapa o mundo, e a “paixão do real” do mundo é própria do nosso tempo. Por isso a Igreja sempre reagiu à ciência, à racionalidade (de formas mais ou menos ostensivas ou sofisticadas, sempre procurando degluti-la teologicamente), porque qualquer religião se sabe ameaçada pela ciência. A ciência, pelo menos tendencialmente, baseia-se na fé no conhecimento humano, totalmente afastado de Deus, totalmente apartado da ideia de uma explicação última e transcendente.

E nesse sentido a ciência é uma imensa libertação. Não deixemos porém que ela se converta numa nova religião, em algo cujo horizonte é, ou pretende ser/apresentar-se como transcendente, como aliás se quer apresentar o próprio capitalismo, no seu desejo ávido de preencher todo o real pensável e sentível, como se não houvesse uma alternativa, um fora-dele.

Para que nos libertemos (e este nós é a maioria dos seres humanos que não fruem, substancialmente, de qualquer “progresso” em que dantes acreditávamos, situação desumana até à luz da nossa tradição cristã), assumamos que qualquer conhecimento é para a partilha e para a emancipação de todos os seres humanos, e que a necessária especialização é apenas um preço que temos de pagar. Assim, qualquer campo de experiência/conhecimento pode ser bom para se viver dignamente.

Não aceitemos o poder político das ciências "exactas", mas apenas o seu maravilhoso potencial de enriquecimento da experiência e de contributo para a felicidade e bem-estar dos seres humanos. É que esse poder económico e tecnológico, alheio às motivações últimas de todos os grandes cientistas (que, como artistas ou filófosos, têm o amor, o desejo, a pulsão constante da criação, da descoberta, da partilha, do debate, da liberdade), está muitas vezes ligado a uma certa soberba e a um menosprezo dos outros saberes. E, nesse sentido, a "ciência" pode ser uma nova forma de opressão, uma nova religião, um novo ópio, para usar uma expressão famosa.

Assim, a um nível interno, qualquer ciência, como qualquer actividade humana, é uma actividade política e social, feita e reproduzida num contexto determinado, financiada e autorizada (sancionada positivamente) por um conjunto de forças e por um conjunto de postulados/crenças. A ciência é um campo de forças como outro qualquer, com grandes disputas internas e por vezes muito opaco para os que estão de fora, para os não iniciados, iria dizer, para os excluídos. E, dado o sistema da especialização, excluídos somos todos, de algum modo, incluindo obviamente os próprios cientistas de cada ramo. Ninguém tem a voz de Deus.

A ciência constrói-se em comunidade, hoje globalizada, e segundo regras que em geral nem os próprios cientistas controlam, obviamente. Há possivelmente grande circulação de ideias/resultados em certas ciências, mas há também invisibilidade de outros saberes e até menorização de outras ciências, no campo de forças políticas que o capitalismo controla, ou tenta controlar. Há grandes interesses por detrás disto tudo, e só um ingénuo acreditaria numa ciência neutra, feita por uma equipa/pessoa abstracta, situada num espaço de comunicação com os seus pares, e ainda por cima suficientemente bondosa para querer comunicar tudo aos outros.

Qualquer informação implica desinformação; qualquer saber, segredo, a sua outra face. Qualquer proliferação de saber cria novos espaços de ignorância. Há uma economia política dos saberes, da sua fabricação, da sua partilha. Há uma luta para chegar mais depressa, para ganhar mais estatuto, para obter mais crédito, e esse crédito não é só o financiamento, é o capital social e cultural. E os cientistas mais inteligentes sabem que o seu fascínio está em saberem sair de vez em quando do campo especializado da ciência e, como cidadãos comuns, dirigirem-se ao público. A ciência, como a política, não precisa apenas de poder, mas também de glória, eco da antiga religião. Do carisma, ligado hoje à comunicação, aos media, que conformam o espaço público quase totalmente. Do poder difuso no sentido de Foucault, que se insinua como ideologia, quer dizer, como natural, evidente, como não tendo contraditório pensável.

No fundo, muito basicamente, qualquer cientista, como qualquer pessoa, quer seduzir o outro, o outro empírico (projecção de si próprio), e esse elemento transcendental, essa ficção extrema que é o Outro (para usar a terminologia de Lacan), um Outro laicizado, sim, mas ainda com laivos do antigo Deus, o pai de que o ser humano infantil carecia.

Sermos adultos, hoje, significa lutarmos por uma outra repartição/organização dos saberes/poderes, sem a ilusão de alguma vez sermos "Madres Teresas de Calcutá", pois sabemos que a generosidade absoluta é o egoísmo absoluto. O narcisismo não só é legítimo, mas absolutamente constitutivo de cada um de nós, cientista ou não.

Dito isto, e tendo em conta a conjuntura em que vivemos, só faço votos para que este não seja o último preâmbulo dos TAE e para que a revista sobreviva, bem como a SPAE. Apelo a todos os sócios para a sua responsabilidade. Sigam a nossa actividade no blogue e contribuam, trazendo nova vida à associação.

Vítor Oliveira Jorge

Porto, Outubro de 2011




Este volume contou com um apoio da FCT.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Internacionalização das Ciências Sociais em Portugal



Programa para a Internacionalização das Ciências Sociais em Portugal

Deadline: 31. Outubro.2011


O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian instituiu o

Programa para a Internacionalização das Ciências Sociais em Portugal

com o objectivo de estimular a internacionalização das Ciências

Sociais em Portugal. O Programa abrange as seguintes disciplinas:

Antropologia, Ciências da Educação, Ciência Política, Demografia,

Geografia Humana, História, Psicologia Social, Relações Internacionais

e Sociologia.



Este Programa destina-se a investigadores portugueses e estrangeiros,

que trabalhem em instituições portuguesas, com idade inferior a 40

anos em 30 de Setembro de 2011. Serão admitidos ao concurso artigos

publicados, ou aceites para publicação, em revistas internacionais de

referência entre os anos de 2009 e 2010.



As candidaturas deverão ser apresentadas ao Serviço de Ciência da

Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, nº 45 - A, 1067-001

Lisboa), até ao dia 31 de Outubro de 2011


Fonte: http://www.aphes.pt/?no=20100011297:102011


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Conferência


CONFERÊNCIA NO PORTO NO PRÓXIMO DIA 8 DE OUTUBRO ÀS 14,30 H. PROMOVIDA PELA SPAE - Centro Unesco


A Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia (SPAE) promove, de colaboração com a Fundação Engenheiro António de Almeida, a seguinte conferência de um dos mais eminentes físicos da actualidade, no dia 8 de Outubro, às 14,30 horas, com entrada livre, no Centro Unesco do Porto, Rua José Falcão, 100 (perto da Livraria Leitura):

“ O Universo segundo a física do início do século XXI”

Pelo prof. Doutor Orfeu Bertolami

Departamento de Física e Astronomia

Faculdade de Ciências

Universidade do Porto

Resumo:

A cosmologia moderna teve início em 1917, quando Einstein considerou o problema do espaço-tempo ou do Universo como um todo, como uma aplicação da sua Teoria da Relatividade Geral, formulada em finais de 1915. Neste estudo pioneiro, Einstein considerou o Universo como sendo homogêneo, isotrópico e estático.

Estudos teóricos subsequentes que sugeriam uma alternativa evolutiva para o espaço-tempo global foram confirmados pela descoberta da expansão do Universo pelo astrónomo norte-americano Edwin Hubble em 1929.

Desde então, a cosmologia evolutiva desenvolveu-se consideravelmente e impôs-se como o paradigma que melhor harmoniza os factos observacionais mais salientes. Segundo este modelo, frequentemente referido como modelo do “Big Bang”, o Universo teve origem numa explosão do espaço-tempo que aconteceu há cerca de 13.7 mil milhões de anos.

Até há cerca de duas décadas acreditava-se que o Universo era constituído essencialmente pelas partículas elementares conhecidas. Contudo, há fortíssimas evidências de que a dinâmica e a formação das grandes estruturas do Universo, galáxias, enxames de galáxias e super-enxames de galáxias, só é possível devido a presença de 10 a 15 vezes mais matéria da que pode ser observada em todos os comprimentos de onda do espectro electromagnético. Por outras palavras, a formação de estruturas no Universo, requer a existência de matéria que não se manifesta electromagneticamente, a matéria escura. A natureza e as propriedades desta matéria escura são um dos enigmas fundamentais da cosmologia moderna.

Mas não é este o único grande mistério. A partir de 1998, evidências oriundas das observações de explosões de estrelas muito afastadas, sugerem que a expansão do Universo é, na verdade, cada vez mais rápida! Este facto, pode ser explicado por meio de uma ideia sugerida no artigo de 1917 de Einstein, nomeadamente que o Universo é preenchido por uma ténue distribuição de energia que permeia todo o Universo, mas que não se manifesta luminosamente e, que por conseguinte, é designada por energia escura. Também aprendemos que esta energia é o constituinte dominante do Universo! A expansão acelerada do Universo pode no entanto, ser alternativamente explicada como devida a partículas elementares desconhecidas com propriedades algo especiais.

Assim, no início do século XXI, somos confrontados com uma visão do Universo na qual cerca 95% do conteúdo em energia do Universo é-nos desconhecido. Acredita-se que só através da integração do conhecimento advindo da cosmologia e da física de altas energias é que estes mistérios poderão ser resolvidos.

Estas ideias, e muitas outras, são detalhadamente discutidas no “O Livro das Escolhas Cósmicas”, publicado em 2006 na colecção Ciência Aberta da Editora Gradiva.

___________________________

Orfeu Bertolami

Nasceu em São Paulo, Brasil, em 1959. Licenciado em Física pela Universidade de São Paulo em 1980, obteve o mestrado no Instituto de Física Teórica em São Paulo em 1983, o Grau Avançado em Matemática na Universidade de Cambridge no Reino Unido em 1984 e o doutoramento em física teórica na Universidade de Oxford em 1987.

Desenvolveu actividades de investigação no Institut für Theoretische Physik em Heidelberg, na Alemanha, no Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN) em Genebra, na secção de Turim do Istituto Nazionale de Fisica Nucleare e na Universidade de Nova Iorque. Foi professor no Departamento de Física do Instituto Superior Técnico e é actualmente Professor Catedrático no Departamento de Física e Astronomia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. É autor de mais de 215 artigos científicos, em livros, jornais, actas de conferências, dos quais mais de 140 em revistas especializadas com arbitragem nas áreas da astrofísica, cosmologia, física e propulsão espacial, gravitação clássica e quântica, e em teorias de cordas quânticas. Já apresentou mais de quatro dezenas de palestras convidadas em conferências internacionais e cerca de duas centenas de seminários especializados em universidades e centros de investigação na Europa, na Rússia, na Coreia, no Japão, no Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. Tem participado em actividades de divulgação apresentando muitas dezenas de palestras sobre temas como a unificação das interacções fundamentais da natureza, o Big Bang, a estrutura em larga escala do Universo, as explosões de raios gama, a origem da vida, ciência e literatura, a vida e a obra de Albert Einstein e mais recentemente sobre a vida e a obra de Galileo.

Foi galardoado com o terceiro prémio da Gravity Research Foundation dos Estados Unidos em 1999, com o Prémio União Latina de Ciência em 2001, e o Prémio Universidade Técnica de Lisboa/Santander Totta de excelência científica nas áreas de Biofísica e Física em 2007. Colabora em projectos europeus no estudo da física da matéria escura, da energia escura e física fundamental no espaço e é membro do Galileo Science Advisory Committee da Agência Espacial Europeia.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

pensamento crítico contemporâneo - curso em Lisboa na Lx Factory






Clique nas imagens para ampliar sff
Inscreva-se! Divulgue!



Conferências de V.O.J. na Univ. Federal de Pernambuco - Setembro 2011





Universidade Federal de Pernambuco

Centro de Filosofia e Ciências Humanas

Departamento de Arqueologia

Programa de Pós-Graduação em Arqueologia

Data e local: 19 e 20 de setembro no Auditório do Programa de

Pós-Graduação em Arqueologia

Horário: 10:00 horas

19/09: Conferência - Trabalhar em arqueologia com espírito crítico

20/09: Conferência - Há condições para uma sociedade onde a arqueologia tenha lugar?

Centro de Artes e Comunicação

Departamento de Letras

Programa de Pós-Graduação em Letras

Data e local: 21 e 22 de setembro no Auditório 2 do Centro de Artes e Comunicação

Horário: 15:00 horas

21/09: Conferência - Slavoj Zizek: que nos traz de novo este pensador esloveno?

22/09: Conferência - Giorgio Agamben: que nos traz este pensador italiano?







TAE 2011




Recebemos ainda propostas de textos inéditos e de comprovada qualidade científica a incluir neste volume da revista, que estará impresso até ao fim deste ano de 2011.

Contacte-nos!

Cultura Material, Património e Identidades Culturais


Meu curso no Rio de Janeiro - Museu Nacional - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Departamento de Antropologia

Setembro de 2011


Programa de Pós-Graduação em Arqueologia, UFRJ - Museu Nacional do Rio de Janeiro


Link:
http://www.arqueologia.mn.ufrj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=293:cultura-material-patrimonio-e-identidades-culturais-&catid=5:disciplinas


voj

terça-feira, 31 de maio de 2011

última aula


Sexta-feira, dia 3 de Junho de 2011, entre as 15,3o horas e as 19,30 horas, integrada na cadeira de Arquitecturas da Pré-história Recente da Europa Ocidental (licenciatura em Arqueologia), darei a minha última aula como professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, concluindo assim um percurso de docente universitário iniciado no ano lectivo de 1972/73.

A entrada é livre até à lotação da sala, que é pequena. 3º piso, sala 311.
Espera-se que a aula seja menos uma lição minha e mais um debate em torno dos problemas da arquitectura e do conhecimento em arqueologia, com as suas ligações aos famosos 4 As de Tim Ingold: Arqueologia, Arquitectura, Arte, Antropologia.


VOJ

sábado, 21 de maio de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Seminário de arqueologia na FLUP





A conferência do Prof. José Bragança de Miranda (UNL-FCSH) integra-se neste seminário.

http://seminarioarqueologianaup.wordpress.com/2011/05/13/programa-oficial-do-seminario-arqueologia-e-identidade/



Colaboração pois entre a FLUP, a AEFLUP e a SPAE.

domingo, 8 de maio de 2011

Corpos heterotópicos

Eugénia Vilela.






Aspectos da assistência à conferência.












Profa. Eugénia Vilela durante a sua conferência.



Recordo, no próximo sábado dia 14 de Maio às 14,30 h. no Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - perto da Livraria Leitura)

a conferência promovida pela Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia

e apresentada pela Profa. Doutora Eugénia Vilela, da FLUP, sobre:

"CORPOS HETEROTÓPICOS. NOTAS SOBRE A BIOPOLÍTICA E A DESLOCAÇÃO CLANDESTINA"

= Entrada Livre =

Colaboração da Fundação Eng.º António de Almeida

Eugénia Vilela

Eugénia Vilela é docente no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se doutorou em Filosofia, e Investigadora Responsável do Grupo de Investigação “Estética, Política e Arte” do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto. Autora de conferências e artigos no âmbito da Filosofia e das Artes, publicou, entre outros textos em obras colectivas, os livros Do Corpo Equívoco (1998) e Silêncio Tangíveis. Corpo, Resistência e Testemunho nos Espaços Contemporâneos de Abandono ( 2010). O seu trabalho desenvolve-se no espaço de intersecção da Estética, da Filosofia Contemporânea e da Arte.

Procurando pensar o espaço político contemporâneo a partir de diferentes configurações do gesto de criação em situações de violência extrema, a sua investigação decorre do pensamento de filósofos e artistas que contribuíram para uma transfiguração das noções de espaço e tempo históricos. O que supõe a abertura a formas singulares de pensamento que permitam conceber a relação entre a história, a memória, o arquivo, o esquecimento e o testemunho. Esse movimento de pensamento, realizado a partir da consideração dos espaços de excepção na contemporaneidade, apresenta e articula como suas figuras principais as noções de corpo, silêncio, resistência, acontecimento, heterotopia, narração e imagem.




http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?P_NR=4279




terça-feira, 3 de maio de 2011

dispositivo






Conferência
pelo Prof. Doutor José Bragança de Miranda, da FCSH da UNL, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (colaboração da SPAE - Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia) e da AEFLUP, sala de reuniões (2º piso), dia 26 de Maio às 15,30 horas, com entrada livre, sobre: "PARA UMA CRÍTICA DA NOÇÃO DE DISPOSITIVO." O Prof. José Bragança de Miranda é uma das figuras mais relevantes do pensamento português contemporâneo.





Sobre o autor, ver por exemplo:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Bragan%C3%A7a_de_Miranda




sábado, 16 de abril de 2011

International Society for Ethnology and Folklore - Lisbon Congress 2011

José Manuel Sobral e Paulo Castro Seixas durante uma das sessões do congresso.



Paula Mota Santos, co-organizadora de uma das sessões do congresso.



Paulo Castro Seixas falando numa das sessões do congresso.




Hoje vou para este congresso apresentar uma comunicação

como membro do CEAUCP, um Centro de investigação da FCT a que pertenço

e também como membro da SPAE

Chamo a atenção para a importância deste evento, em Lisboa.



http://www.nomadit.co.uk/sief/sief2011/

sábado, 9 de abril de 2011

Órgãos sociais da SPAE para o triénio 2011-2013

Foram eleitos em AG realizada no Porto, hoje à tarde, por unanimidade.

São compostos por:

Assembleia Geral

Susana Oliveira Jorge – Profa. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Presidente

Mário Jorge Barroca- Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretário

Ana Bettencourt – Profa. da Universidade do Minho – Secretária

Direcção

Vítor Oliveira Jorge - Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Presidente

Maria de Jesus Sanches - Profa. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Vice-Presidente

António Manuel Silva – Técnico superior da Câmara Municipal do Porto- Secretário

Ana Leite da Cunha – Técnica superior do Ministério da Cultura, reformada - Tesoureira

Paula Mota Santos – Profa. da Universidade Fernando Pessoa, Porto - vogal

Margarida Santos Silva – Docente do ensino secundário - vogal

Leonor Sousa Pereira – Técnica superior do Ministério da Cultura - vogal

Conselho Fiscal

Sérgio Monteiro Rodrigues - Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Presidente

Sérgio Alexandre Gomes – Doutorando da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretário

Alexandra Ferreira Vieira – Doutoranda da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretária

de interesse...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

No sábado, dia 9, às 15, 15 horas, mais ou menos

Centro Unesco do Porto
R. José Falcão, 100 (ao pé da Livraria Leitura)

Entrada livre


Conferência promovida pela SPAE
por Maria José Barbosa...
uma reflexão sobre Jacques Rancière a não perder
(ver outra postagem anterior deste blogue) !!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Fragmentos| Lugar Memória Caminho

Fragmentos| Lugar Memória Caminho

3 a 6 Maio - Olhares Sobre o Imaterial
A Direção Regional de Cultura do Centro, na sequência da estratégia delineada para o Património Cultural Imaterial [PCI], organizará uma iniciativa com o objetivo de discutir um conjunto de temáticas relevantes sobre o Património Imaterial. Consciente da diversidade de assuntos que se podem enquadrar num evento deste tipo, foi necessário proceder a uma compartimentação de temas, que, sendo sempre articuláveis entre si, têm alguma autonomia em termos de discussão.

O fórum, intitulado “Olhares sobre o Imaterial”, pretende assim reunir um conjunto alargado de protagonistas da vida nacional que estão profissionalmente ligadas ao PCI. É do nosso entendimento que a melhor forma de encontrar respostas para os problemas que se colocam ao nível da intervenção neste património, com óbvio destaque para aquele que está presente entre as fronteiras territoriais da Região Centro, se deve traduzir, numa primeira fase, em convocar um conjunto de personalidades e entidades que trabalham esta questão, que por experiência de trabalho no terreno ou profunda reflexão teórica, podem contribuir para tornar mais densa análise e atuação da DRCC nesta área.



3 (terça-feira) - Apresentação do “ Mapa Etno-Musical”

Local: Auditório do Conservatório de Música de Coimbra



18h00 - Sessão de Abertura

António Pedro Pita - Diretor Regional de Cultura do Centro

Helena Libório - Diretora Regional de Educação do Centro

Manuel Pires da Rocha - Diretor do Conservatório de Música de Coimbra



18h30 - Mapa Etno-Musical

Júlio Pereira - Músico

João Luís Oliva - Investigador

Domingos Morais - Etnomusicólogo



4 (quarta-feira) - Documentários do Imaterial

Filmes de Catarina Alves Costa e de Catarina Mourão

Local: Auditório do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha



21h30 - Vida e Morte do Mosteiro de Santa Clara de Coimbra. 18 min

Regresso à Terra. 35 min

O Linho é um Sonho. 50 min

A Seda é um Mistério. 32 min



5 (quinta-feira) - Documentários do Imaterial

Filmes de Catarina Alves Costa e de Catarina Mourão

Local: Auditório do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha



21h30 - Máscaras. 60 min

A Minha Aldeia já não Mora Aqui. 60 min

Memorial à Água - Intervenções Contemporâneas. 17 min



6 (sexta-feira) - Fórum OLHARES SOBRE O IMATERIAL

Local: Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro



09h00 - Receção aos participantes

09h30 - Sessão de abertura



PAINEL I - Teoria

10h00 - Joaquim Pais de Brito - Diretor do Museu Nacional de Etnologia

10h30 - Pausa para café



PAINEL II - Enquadramento

Moderadora - Comentadora - Lorena Querol - Professora no IADE

10h50 - Clara Bertrand Cabral - Comissão Nacional da UNESCO

11h10 - Paulo Costa - Diretor do Departamento de Património Imaterial do IMC

11h30 - Nuno Porto - Professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra

11h50 - Debate

12h30 - Almoço



PAINEL III - Intervenções

Moderador - Comentador - Jean-Yves Durand - Diretor do Museu da Terra de Miranda

14h30 - Maria João Lança - Diretora do Museu da Luz

14h50 - Paulo Longo - Centro Cultural Raiano

15h10 - Nuno Martins - Professor na Escola Superior Artística do Porto - Coordenador do Projeto do Parque Patrimonial do Mondego

15h30 - Debate

16h00 - Pausa para café



Painel IV - Candidatura - Inventário - Processos

Antónia Pedroso de Lima - Professora no ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa

16h20 - Norberto Manso - Câmara Municipal do Sabugal

16h40 - Maria da Luz Nolasco - Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro

17h00 - Debate



-Encerramento-

17h30 - Salwa Castelo Branco - Professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa


www.ciclofragmentos.com

domingo, 3 de abril de 2011

Curso de Pensamento Crítico Contemporâneo

COMEÇA HOJE NA FLUP ÀS 19,30 a "3ª edição" deste curso, com uma sessão sobre Jacques Lacan!




Ainda se pode inscrever até às 16 horas...!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Lista (única) concorrente aos corpos sociais da SPAE para o triénio 2011-2013

Lista (única) concorrente aos corpos sociais da SPAE para o triénio 2011-2013

Assembleia Geral

Susana Oliveira Jorge
– Profa. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Presidente
Mário Jorge Barroca- Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretário
Ana Bettencourt – Profa. da Universidade do Minho – Secretária


Direcção
Vítor Oliveira Jorge
- Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Presidente
Maria de Jesus Sanches - Profa. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Vice-Presidente
António Manuel Silva – Técnico superior da Câmara Municipal do Porto- Secretário
Ana Leite da Cunha – Técnica superior do Ministério da Cultura, reformada - Tesoureira
Paula Mota Santos – Profa. da Universidade Fernando Pessoa, Porto - vogal
Margarida Santos Silva – Docente do ensino secundário - vogal
Leonor Sousa Pereira – Técnica superior do Ministério da Cultura - vogal

Conselho Fiscal
Sérgio Monteiro Rodrigues
- Prof. da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - Presidente
Sérgio Alexandre Gomes – Doutorando da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretário
Alexandra Ferreira Vieira – Doutoranda da Faculdade de Letras da Universidade do Porto – Secretária.

terça-feira, 29 de março de 2011

Palestra de Maria João Cantinho no youtube












http://www.youtube.com/watch?v=SpsXcTgNK30


Agradecemos a Alfredo Duarte este trabalho.


Programa de actividades para 2011

Programa de actividades para 2011

  1. Edição, lançamento, e envio aos sócios e outras entidades do vol. 51, referente a 2011, da revista “Trabalhos de Antropologia e Etnologia”.
  2. Realização de uma conferência por ocasião do lançamento da revista, previsto para o segundo semestre de 2011.
  3. Continuação da dinamização do blogue da SPAE, recentemente criado: http://sociedadeportuguesaantropologia.blogspot.com/ e no qual já se incluirá este programa, bem como outras notícias relevantes para a SPAE, para a antropologia e para as áreas do saber com ela conexas.
  4. Realização, no Centro Unesco do Porto, em 9 de Abril de 2011, da Assembleia Geral anual para apresentação do relatório de actividades e de contas de 2010 e do parecer do CF.
  5. Realização de uma conferência, aberta a todos os interessados, por ocasião da actividade mencionada em 4. Trata-se da conferência da mestre Maria José Barbosa, doutoranda da FLUP, sobre: IMAGEM; REPRESENTAÇÃO E EMANCIPAÇÃO EM RANCIÈRE, e cujo resumo é o seguinte: “A relação entre a potência e o acto, entre o possível e o real, ocupa um lugar cimeiro na história ocidental. Desde Aristóteles que potência e acto se inter-relacionam segundo uma dialéctica de oposição e vinculação. Sem desvirtuar esta representação, é nossa pretensão desviar o foco de análise para a experiência da impotência e sua relação com a acção. Partindo do conceito rancièriano de sensível partilhado, ensaiaremos pensar sobre o complexo processo de captação de imagem e sua conversão em representação. Algo acontece no encadeamento de imagens que actualiza a própria imagem e transforma um acontecimento sensível num Outro. Da experiência da textura do sensível de um Outro acontecimento ao poder individual de associação e dissociação face à imagem que se impõe, tentaremos pensar sobre a possibilidade de cada um, enquanto espectador, desarticular o real e, consequentemente, de se emancipar. Contudo, dada a complexidade do assunto, e sendo resultante de uma primeira aproximação, parte do que se exporá terá um cunho meramente provisório e “ensaístico”.
  6. Realização de uma Assembleia Geral eleitoral dos corpos sociais da SPAE para o triénio 2011-2013, em 9 de Abril de 2011 (Centro Unesco do Porto).
  7. Melhor acomodação e dinamização do espaço de arrumo da SPAE, gentilmente cedido em 2010 pela Reitoria da UP. Esta base logística foi básica para a SPAE, e a partir dela podemos dinamizar muitas actividades, desde que os sócios colaborem.
  8. Realizar um ciclo de conferências, sobre problemas do pensamento contemporâneo, e aproveitando o magnífico espaço oferecido pelo Centro Unesco do Porto, graças à colaboração da Fundação Eng.º António de Almeida. É nesse projecto de conferências mais regulares que se integra a já mencionada da Dra. Maria José Barbosa, e ainda estas duas: da Doutora Maria João Cantinho, no dia 12 de Março de 2011, sobre “Walter Benjamin: Um filósofo a contrapelo da história” e também a da Profa Doutora Eugénia Vilela, da Faculdade de Letras da UP, no dia 14 de Maio, sobre : “Corpos heterotópicos. Notas sobre a biopolítica e a deslocação clandestina”.
  9. Aumentar o número de publicações de que a SPAE dispõe já depositadas na Faculdade de Letras da Universidade do Porto ao abrigo de um protocolo entre as duas instituições, por forma a torná-las úteis ao público leitor.
  10. Trabalho permanente de actualização do ficheiro informático dos sócios e do sistema de intercâmbios dos TAE (prejudicado pelo facto de muitas revistas entre as mais importantes já não fazerem intercâmbio).
  11. Angariação de novos associados, dinamizando a participação efectiva nas actividades da associação.

Relatório de actividades de 2010

Relatório de actividades de 2010

  1. Edição, lançamento, e envio aos sócios e outras entidades do vol. 50, referente a 2010, da revista “Trabalhos de Antropologia e Etnologia”. A sessão de lançamento foi realizada a 4 de Dezembro de 2010 no Centro Unesco do Porto. Conteúdo deste volume: Preâmbulo; Jacques Derrida – O gosto do segredo. Hospitalidade, Justiça e Democracia, por Fernanda Bernardo; O ethos na subjetividade narrativa fios e linhas, por Stella Z. B. C. de Azevedo; Estado de Excepção e Valor de Exposição para uma possível descrição do funcionamento de dispositivos estéticos, por Luís Carneiro; Aperfeiçoar a “raça”, salvar a nação: eugenia, teorias nacionalistas e situação colonial em Portugal, por Patrícia Ferraz de Matos; Mutações genéticas humanas e fluxos populacionais – Portugal e o Mediterrâneo, por Leonor Osório-Almeida; The Dream House of Atreus: Finding Ancient Mycecenae at the Philip Johnson Glass House, por Adele Tutter; Os artefactos e outras cristalizações, por Sérgio Alexandre Gomes; A estratégia primitivista, por Diniz Cayolla Ribeiro; S. Bento do Cando: Uma festa serrana do concelho de Arcos de Valdevez, por José Pinto & Sandra Vieira; Paisagens etno-arqueológicas e culturas regionais – do Endovélico a Mérida e aos Almendres, por Ana Paula Fitas; A pobreza das nossas vivências ou como matamos a experiência, por Claudio Cesar Montoto.
  2. Realização, de colaboração com a associação ADECAP, de uma conferência da mestre Ana Margarida Vale, por ocasião do lançamento da revista (simultâneo do lançamento do JIA 13). Efectuou-se no mesmo dia 4 de Dezembro de 2010 e versou sobre “CASTANHEIRO DO VENTO, UM SÍTIO DO CONCELHO DE VILA NOVA DE FOZ CÔA: PARTICULARIDADES E PROBLEMAS DE INTERPRETAÇÃO DE UM ESPAÇO DE HÁ 5/4.000 ANOS”.
  3. Dinamização do blogue da SPAE: http://sociedadeportuguesaantropologia.blogspot.com/ . Este é agora o veículo de contacto entre os sócios e os corpos sociais, e entre a SPAE e todos os interessados.
  4. Realização, no Centro Unesco do Porto, em 19 de Junho de 2010, da Assembleia Geral anual para apresentação do relatório de actividades e de contas de 2009, e do parecer do CF, os quais foram aprovados pelos sócios por unanimidade.
  5. Realização de uma conferência, aberta a todos os interessados, por ocasião da actividade mencionada em 4. Conferência do Prof. Doutor Tito Cardoso e Cunha, da UBI, sobre “Claude-Lévi Strauss: da compreensão do mito à análise do parentesco.” Esta conferência representou também uma homenagem ao grande antropólogo recentemente falecido.
  6. Êxito dos esforços, junto da Reitoria da UP, para resolver o problema da sede e arrumo da SPAE, já mencionado amiudadamente em anos anteriores. A resolução, pelo menos parcial, dessa dificuldade logística, foi básica para se poder acautelar e arrumar devidamente todo o “espólio” da SPAE (publicações em particular). Referido no preâmbulo dos TAE 50, com fotos, o arrumo situa-se nas traseiras da Faculdade de Direito da Universidade do Porto e é constituído por três salas. A SPAE continua a manter o mesmo endereço de correio.
  7. Continuação do trabalho de actualização do ficheiro informático dos sócios e do sistema de intercâmbios dos TAE.
  8. Continuação de esforços no sentido da angariação de novos associados, dinamizando a participação efectiva nas actividades da associação (que tem sido evidente nas conferências, sempre de entrada livre), angariação essa dificultada pelas circunstâncias da crise económica.
  9. Apoio a uma tese de doutoramento em curso de preparação sobre a figura do Prof. Mendes Corrêa, o fundador da SPAE em 1918.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Assembleias Gerais de 9 de ABRIL DE 2011

AG Eleitoral de 9 de ABRIL DE 2011

SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANTROPOLOGIA E ETNOLOGIA

ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL
9.4.2011



CONVOCATÓRIA



NOS TERMOS DOS ESTATUTOS DA SPAE, CONVOCO UMA ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL PARA O DIA 9.4.2011, nas instalações do Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - Porto) ÀS 15,30 HORAS, COM A SEGUINTE

ORDEM DE TRABALHOS

PONTO ÚNICO: ELEIÇÃO DOS CORPOS SOCIAIS DA SPAE PARA O TRIÉNIO 2011/2013

A PRESIDENTE DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL


SUSANA OLIVEIRA JORGE

No caso de haver atrasos/faltas de sócios, a AG realizar-se-á às 16 h. com qualquer número de sócios presentes. Seguir-se-á a anunciada conferência de MARIA JOSÉ BARBOSA (doutoranda da FLUP) sobre
IMAGEM; REPRESENTAÇÃO E EMANCIPAÇÃO EM RANCIÈRE
Esta última actividade é de entrada livre.


Agradece-se mais uma vez a prestimosa colaboração da Fundação Eng. António de Almeida, Porto.

Assembleia Geral de 9 de Abril de 2011


SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANTROPOLOGIA E ETNOLOGIA (SPAE)


ASSEMBLEIA GERAL
9.4.2011



CONVOCATÓRIA



NOS TERMOS DOS ESTATUTOS DA SPAE, CONVOCO UMA ASSEMBLEIA GERAL PARA O DIA 9.4.2011, nas instalações do Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - Porto) ÀS 14,30 HORAS, COM A SEGUINTE

ORDEM DE TRABALHOS

1) Apresentação e votação do relatório de actividades e de contas do ano de 2010, e do parecer do Conselho Fiscal.
2) Assuntos correntes da SPAE.


A PRESIDENTE DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL


SUSANA OLIVEIRA JORGE

No caso de haver atrasos/faltas de sócios, a AG realizar-se-á às 15 h. com qualquer número de sócios presentes. Seguir-se-á uma AG eleitoral dos corpos sociais para o triénio 2011/2013 e a anunciada conferência de Maria José Barbosa (doutoranda da FLUP) sobre
IMAGEM; REPRESENTAÇÃO E EMANCIPAÇÃO EM RANCIÈRE
Esta última actividade é de entrada livre.


Agradece-se mais uma vez a prestimosa colaboração da Fundação Eng. António de Almeida, Porto.

terça-feira, 8 de março de 2011

pensamento crítico contemporâneo abordado na FLUP e em Sacavém


inscreva-se através da página da FLUP
em cursos- formação contínua.
Começa a 4 de Abril!


E em Sacavém a 5 de Abril de 2011.
Toda a informação aqui:




quinta-feira, 3 de março de 2011

Conferência da Profa Eugénia Vilela, da FLUP


Promovida pelas SPAE, no sábado 14 de Maio de 2011, pelas 14,30 horas


Centro Unesco do Porto (R. José Falcão, 100 - perto da Livraria Leitura) gentilmente cedido a título gracioso pela Fundação Engenheiro António de Almeida.


Tema da conferência:
"Corpos heterotópicos. Notas sobre a biopolítica e a deslocação clandestina".


Professora auxiliar da FLUP, a conferencista é especialista da área de Estética.

Ler por exemplo da Profa Eugénia Vilela o seguinte texto:

http://reviravoltadesign.com/080929_raiaviva/info/wp-pt/wp-content/uploads/2006/12/corpos_inabitaveis.pdf


Principais publicações:
Vilela, Maria Eugénia: Do corpo equívoco. Reflexões sobre a verdade e a educação nas narrativas epistemológicas da modernidade. Angelus Novus, Braga-Coimbra, 1998.
— «Os arquivos da dor», In Adalberto Dias de Carvalho (org.) A educação e os limites dos Direitos Humanos. Ensaios de Filosofia da Educação, Porto Editora, Porto 2000.
— «Cuerpos inhabitables. Errancia, filosofia y memoria», In Jorge Larrosa e Carlos Skliar (org.) Habitantes de Babel. Políticas y poéticas de la diferencia, Barcelona: Editora Autêntica, 2001.
— «A memória do silêncio», Cadernos de Literatura Comparada. Nº3/4, (Número monográfico: Corpo e identidades) Ana Luísa Amaral, Marinela Freitas, Paulo Eduardo Carvalho (org.), Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Granito Editores, Dezembro, Porto 2001.
— «Corpos de silêncio», In Adalberto Dias de Carvalho (org.) Sentidos contemporâneos da educação, «Biblioteca das Ciências do Homem», Edições Afrontamento, Porto 2003.

Livro recente da autora:
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=11718


Entrada livre.


Faça-se sócio da SPAE e ajude-nos a promover a cultura!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Neolítico. Progresso. Revolução. Ou, a suspensão do substantivo. - Contributos para uma revisão crítica da ideologia da "ciência pré -histórica"


Conferência
promovida pela ADECAP
Centro Unesco do Porto
(R. José Falcão, 100)

Dia 26 de Fevereiro de 2011 às 15 horas
Entrada livre




sobre

Neolítico. Progresso. Revolução. Ou, a suspensão do substantivo.
- Contributos para uma revisão crítica da ideologia da "ciência pré -histórica"


por

Joana Alves Ferreira

Doutoranda da FLUP (Arqueologia)


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Walter Benjamin e a história: Centro Unesco do Porto, 12.3.2011



Doutora Maria João Cantinho durante a sua palestra.




Aspectos da assistência.



Slide de MJC.


Walter Benjamin.



Maria João Cantinho



Conferência no Centro Unesco do Porto, sábado, 12 de Março de 2011 às 15 horas

R. José Falcão, 100 (junto à Livraria Leitura)

Promovida pela nossa

Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia

ENTRADA LIVRE

agradece-se a colaboração da Fundação Eng. António de Almeida

Walter Benjamin: Um filósofo a contrapelo da história

Por Maria João Cantinho

Mais do que nunca, a visão optimista da história, nos tempos que vivemos, revela-se ilusória, algo que Walter Benjamin já compreendera muito bem, nas teses que escreveu sobre a História, em 1940. Texto paradigmático e inclassificável, "Sobre o Conceito de História" vem mostrar-nos a possibilidade de efectuar uma abertura no próprio coração da história, a qual possibilita uma visão, segundo Benjamin, "actual" e integral, de natureza figurativa. Mas essa visão constrói-se às avessas do optimismo e da visão progressista da história. Para que o olhar alucinado do "Anjo da História" não nos torture, é preciso andar a contrapelo da mesma.

_____________________

Maria João Cantinho é ensaísta, crítica literária, poeta, e concluíu recentemente uma tese de doutoramento sobre Walter Benjamin.

A questão da história na visão de Benjamin é de crucial importância.

Por isso se puder não perca esta iniciativa!